Stade de la Rabuta, Paris, 23 de junho de 1998. Marrocos despachou a Escócia por 3 a 0 no último jogo da fase de grupos da França 98, mas o resultado foi tornado sem sentido — ambas as seleções já estavam eliminadas. Aquela memória persiste, mesmo que o elenco de ambos os lados tenha mudado além do reconhecimento.

O Marrocos moderno de Regragui é um animal inteiramente diferente da encarnação de 1998 — estruturado, esperto e imbuído da confiança de um lado que atingiu uma semifinal de Copa do Mundo. A Escócia, por sua vez, chega com um elenco moldado pelo pragmatismo de Steve Clarke, uma equipe que sabe exatamente o que é e o que não é. A tensão tática neste jogo gira em torno do controle dos corredores do meio-campo.

O meio-campo do Marrocos com Sofyan Amrabat e Azzedine Ounahi oferece uma mistura de physicalidade e passe progressivo que pode engolir a posse contra oponentes de nível médio, enquanto o trio da Escócia de McTominay, John McGinn e Billy Gilmour deve encontrar uma maneira de prevenir que o lado de Regragui estabeleça seu ritmo preferido. A rota mais produtiva para gols da Escócia tem sido historicamente bolas paradas e momentos de improvisação de McGinn — construção em jogo aberto contra uma defesa liderada por Nayef Aguerd e Romain Saïss é uma ordem consideravelmente mais alta. Se o Marrocos marcar primeiro, a disciplina estrutural que Clarke exige pode se desmanchar rapidamente contra oponentes que se destacam em explorar o momento com Hakimi e Ziyech na transição.

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