Frenkie de Jong — Elenco da Holanda na Copa do Mundo 2026
Meio-campista
Holanda UEFA Clube: Barcelona
Destaques da Carreira
A carreira de Frenkie de Jong foi definida por dois auses: sua temporada 2018-19 no Ajax, onde levou o time a uma semifinal de Champions e ao título da Eredivisie como regista de 21 anos, e sua campanha 2022-23 no Barcelona onde contribuiu com 7 gols e provou sua versatilidade em múltiplos papéis no meio-campo. Sua transferência de €75 milhões ao Barcelona em 2019 refletiu seu status como o meia mais cobiçado da Europa, com PSG e Manchester City também o perseguindo. Pela Holanda, suas 80 convocações incluem as Finais da Nations League 2019 — onde foi nomeado o melhor jogador jovem do torneio — e a Copa do Mundo de 2022, onde foi titular em todos os jogos e completou 93 por cento de seus passes. Lesões no tornozelo dominaram a narrativa desde 2023, ameaçando encurtar uma carreira que prometia definir uma geração.
Carreira nos Clubes
De Jong veio da base do Willem II antes de o Ajax contratá-lo em 2015. Um empréstimo ao Willem II em 2016-17 precedeu sua explosão sob Ten Hag, que o utilizou como volante portador de bola — o papel que o tornou o ativo mais desejado do futebol europeu. O Barcelona venceu a disputa em 2019, mas sua carreira no Camp Nou nunca alcançou o auge do Ajax em consistência. Sob Ronald Koeman, foi escalado fora de posição como meia box-to-box; sob Xavi, encontrou um papel avançado mais confortável e entregou sua melhor temporada no Barcelona em 2022-23 com 7 gols. Os problemas no tornozelo que começaram em 2023 exigiram duas cirurgias e o limitaram a apenas 4 titularidades na liga em 2023-24. Seu retorno em 2024-25 foi cauteloso, com o Barcelona gerenciando seus minutos cuidadosamente.
Carreira Internacional e História na Copa do Mundo
De Jong estreou pela Holanda em 2018 e foi integral na campanha do time nas Finais da Nations League 2019, sendo titular em ambos os jogos e ganhando o prêmio de melhor jogador jovem. Na Copa do Mundo de 2022, foi titular nos cinco jogos no Catar, completando 93 por cento de seus passes e fornecendo o controle metronômico que permitiu aos holandeses dominar a posse contra os Estados Unidos e vencer a Austrália nas oitavas. A derrota nos pênaltis para a Argentina nas quartas o privou de uma semifinal. Lesões no tornozelo o mantiveram fora da Euro 2024 completamente, enfraquecendo o meio-campo da Holanda para Koeman e contribuindo para a derrota nas semifinais para a Inglaterra. Suas 80 convocações representam uma carreira consistentemente interrompida pelos problemas físicos que agora definem sua disponibilidade.
Perspectivas para a Copa do Mundo de 2026
As perspectivas de De Jong na Copa do Mundo dependem inteiramente de sua forma física. Quando disponível, é o meia insubstituível da Holanda — o jogador que recebe sob pressão, conduz a bola nas transições e controla o tempo nos jogos eliminatórios. O sistema 3-4-3 de Koeman depende da capacidade de condução do pivô duplo, e nenhum meia holandês replica o repertório de De Jong. Se conseguir encadear mais de 25 partidas na liga em 2025-26 e chegar em forma para o torneio, a Holanda se torna uma equipe significativamente mais perigosa. Se os problemas no tornozelo persistirem, Koeman precisa reconstruir seu meio-campo em torno de uma unidade menos talentosa mas mais confiável. A Copa do Mundo de 2026 pode representar a última chance de De Jong de cumprir a promessa que o tornou o meia mais cobiçado do mundo há sete anos.
Companheiros de equipe
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