A história da Copa do Mundo de Gana é pontilhada por desgosto e controvérsia — a mão de Suárez na linha em 2010, o pênalti perdido que se seguiu — mas este lado das Estrelas Negras chega à América do Norte com uma determinação quieta que iterações anteriores careciam. Otto Addo, retornando para uma segunda passagem como técnico, instilou uma estrutura de pressing que fez de Gana o lado mais prolífico em pressing nas eliminatórias da CAF, e a disponibilidade de Thomas Partey, se gerenciada com cuidado, dá a eles um âncora de meio-campo que poucas equipes africanas podem igualar. Panamá, por contraste, está aqui pela porta dos fundos do formato expandido, tendo terminado quarto nas eliminatórias da CONCACAF antes de passar pela Nova Zelândia no playoff intercontinental. Sua Copa de 2018 foi uma introdução dura — três derrotas, dez gols sofridos — mas Thomas Christiansen apertou a equipe desde então, construindo em torno da experiência de Aníbal Godoy no meio-campo e uma disciplina defensiva que deu noites desconfortáveis a México e Estados Unidos nas eliminatórias. Estes lados nunca se enfrentaram.

Gana dominará posse e território; a questão é se conseguem transformar aquele controle em chances claras contra uma equipe contente em absorver e avançar através das corridas de Michael Murillo pelo lateral. Se Panamá conseguir se manter compacto através da primeira hora e frustrar, o jogo se torna um teste de paciência e finalização de Gana — duas áreas onde as Estrelas Negras historicamente têm sido pouco confiáveis. Os azarões têm uma chance de soco, nada mais, mas em futebol de torneio isso ocasionalmente é suficiente.

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