Inglaterra e Gana não dividiram um campo desde um amistoso de 2018 em Wembley, um esquecível 0 a 0 que não disse nada sobre as verdadeiras capacidades de qualquer equipe. Seu único encontro competitivo — as quartas de final da Copa de 2010 — foi uma era inteiramente diferente, mas a memória daquele resultado dá a Gana crença. O script tático se escreve sozinho: a Inglaterra controlará a bola, Gana pressionará em rajadas detonadas e buscará explorar o espaço atrás da linha alta da Inglaterra com o movimento de Mohammed Kudus e a disposição de Jordan Ayew de correr canais. O duelo de Partey contra Rice é o confronto dentro do confronto — dois meio-campistas da Premier League que conhecem intimamente os jogos um do outro, ambos capazes de trocas de bola de um pé só que desbloqueiam defesas.

O histórico defensivo da Inglaterra nas eliminatórias foi formidável, com seis jogos sem sofrer gols em oito jogos classificatórios, mas a intensidade de pressing de Gana é um desafio diferente de qualquer coisa que enfrentaram em um grupo contendo Malta, Macedônia do Norte e Ucrânia. Se Bellingham conseguir encontrar espaço entre Partey e a defesa ganense, a tridente atacante da Inglaterra deve criar chances suficientes. Gana, entretanto, acreditará que um momento de brilhantismo de Kudus ou uma confusão de bola parada pode virar o jogo. Espere a Inglaterra vencer, mas não sem desconforto genuíno.

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