No terceiro dia de jogos, o cálculo da fase de grupos costuma ser brutal, e México contra Tchéquia pode chegar carregando implicações de classificação que afiam cada dividida. Estas duas seleções se enfrentaram seis vezes desde a República Tcheca ganhar independência, com o México tendo uma leve vantagem — três vitórias contra duas dos tchecos, e um empate. Um amistoso de 2018 em Viena terminou 1 a 0 para o México, e um amistoso de 2000 em Praga ficou 2 a 1 para o outro lado. O problema de Aguirre, caso o México já tenha seis pontos, é rotação. A profundidade do elenco do El Tri tem sido sua marca, mas a altitude do Azteca e a congestão da fase de grupos significam que jogadores-chave podem ser poupados — um risco contra uma Tchéquia que não vai se entreguar.
Se a classificação ainda estiver em dúvida, espere o México sair em seu 4-3-3 de pressão total, com Santiago Giménez liderando o ataque. A resposta da Tchéquia será medida: o 3-4-3 de Koubek recua para um bloco médio sem a bola, convidando o México para áreas centrais congestionadas antes de disparar transições através de Barák e do movimento de Patrick Schick entre os zagueiros. A maldição das oitavas de final do México é bem documentada; o que é menos discutido é sua tendência a encolher em jogos decisivos de fase de grupos.
Se o lado de Aguirre tratar este jogo como um treino, a Tchéquia os punirá.