A última vez que a Inglaterra jogou contra o Panamá, o resultado foi uma goleada de 6 a 1 em Níjni-Novgorod que ainda se mantém como a maior vitória da Inglaterra em Copas do Mundo desde 1954. John Stones marcou duas vezes de bolas paradas, Kane ajudou-se com um hat-trick, e os jogadores do Panamá aplaudiram sua própria torcida após marcar um gol de consolação que pareceu uma vitória moral. Oito anos depois, o panorama mudou.

O Panamá está mais organizado sob Christiansen, mais difícil de ser desmontado, e improvável de colapsar da mesma forma. Mas a diferença fundamental de qualidade permanece vasta. As opções atacantes da Inglaterra — Kane, Saka, Phil Foden, Jarrod Bowen do banco — sobrepujariam a maioria das defesas internacionais, e contra uma defesa panamenha com vários jogadores do futebol doméstico, a desigualdade é evidente. A única preocupação de Southgate é rotação: se a Inglaterra tiver seis pontos dos dois primeiros jogos, ele pode poupar peças-chave para as eliminatórias, o que poderia reduzir a margem de vitória sem mudar o resultado.

O Panamá defenderá profundamente e em números, buscando perder tempo e interromper ritmo, e por períodos de vinte minutos podem ter sucesso. Mas bolas paradas permanecem a arma mais confiável da Inglaterra, e o fantasma de Stones em 2018 pairará sobre cada escanteio. O histórico de gols do Panamá em Copas do Mundo está em dois em três jogos; marcar aqui, sem falar em conseguir um resultado, estaria entre as grandes surpresas do torneio.

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